sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Castelo Branco

Eficiência Energética - Morão quer cidade modelo
In Reconquista, 20 de Novembro de 2008

Comentário Pessoal:

Não é de hoje que a cidade de Castelo Branco se destaca positivamente no panorama nacional mas é sempre com agrado que se verifica a permanência da consciência social como fundamental elemento do desenvolvimento.

Castelo Branco, salvo erro na década de 80, era considerada uma das cidades mais limpas e, segundo um estudo efectuado pela Deco-Proteste, em 2007, a segunda cidade do país com melhor qualidade de vida. O mesmo estudo foi realizado em Espanha, Bélgica e Itália o que permitiu determinar que numa classificação internacional ocupava, então, o vigésimo primeiro lugar.

Em resumo e por tudo o referido, não se pode estranhar que um autarca como Joaquim Morão, com tantas provas dadas do seu bom trabalho, seja consciente da necessidade de não só criar um quadro adequado á época festiva, mas que o faça em sintonia com o período de crise que Portugal atravessa e com a preocupação de seguir as necessárias tendências sociais que decretam a sustentabilidade ambiental.

A leitura desta notícia foi, sem dúvida, uma boa maneira de começar o dia.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Energia eólica


Energia eólica - Cerca de 15 por cento da electricidade em 2010 deverá vir da força do vento
In Público, 23 de Novembro de 2008

Comentário Pessoal:

Opiniões...
São cinco da manhã, aproveito para ler as notícias que circulam nos periódicos e, na verdade, no meio de tantas politiquices, hipocrisias e"charlatanices", não vejo porque não havemos de acreditar que esta é uma das melhores notícias.

Porquê?!

Que me perdoem os "críticos", os "negativistas" e todos aqueles que gostam de apenas ver um lado da questão... mas, efectivamente, pelo que me é dado a conhecer da realidade actual do nosso país, o nosso futuro só pode assentar economicamente em duas áreas, a do turismo e a das energias renováveis. Assim, esta é uma boa notícia apesar do longo caminho que ainda há a percorrer.

Quantos projectos ficam apenas na "gaveta"? Quantos outros foram abandonados ou persistem mas com resultados negativos?!

Poderá ser que seja eu a optimista ou que não detenha o conhecimento mais assertivo mas parece-me que não... o que explica que acredite que a DGEG está no bom caminho para que em 2010, não só se cumpra o previsto valor produtivo de 15%, como até seja superado.

Como alguém aqui o disse... "deixem andar o país para a frente" e permitam-se uma visão menos negativista e limitativa...O Futuro constrói-se passo a passo!

Portugal precisa «de uma grande mudança»


  • Madeira - Jardim diz que Portugal precisa «de uma grande mudança»

  • In semanário Sol, 23 de Novembro de 2008

    Comentário Pessoal:

    Alberto João Jardim pode até apresentar um comportamento desviante em relação ao tido pela maioria dos políticos; pode, inclusive, pecar pela falta de tacto ao se pronunciar sobre muitos assuntos, mas não se deve deixar de reconhecer, quase sempre, acerta no cerne das questões.

    Gostos ou empatias colocadas de lado, a ofensa ou a crítica "deslavada" não geram evolução... mas a frontalidade e a análise efectiva da actual realidade podem fazê-lo... mesmo que seja em termos com os quais não concordamos, seja pelo nosso nível cultural, social ou simplesmente porque gostamos de criticar.

    Sim...!! Alberto João Jardim é uma figura ímpar, que por vezes nos faz corar, de quem nos rimos, a quem acusamos de dizer barbaridades mas... quem é que neste momento não é da opinião de que o nosso país precisa de uma grande mudança para sair da crise; crise esta que não é unicamente provocada pelo panorama da economia mundial mas também pelas medidas dos nossos governantes?! Quem é que, nas actuais circunstâncias, não constata que vivemos minados pela «hipocrisia», pelo «empobrecimento», pelo «retrocesso à qualidade de vida», pelo «desemprego» e pela «emigração»; acrescentaria até, por uma nova forma de ditadura em que os nossos direitos são uma utopia?!

    O proferido pelo presidente do PSD-M tem algum fundamento?! A meu ver, muito mas são opiniões que ainda se podem ter numa pseudo-democracia.